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Algumas lições aprendidas com "O Monge e o Executivo" - Parte 3

Algumas lições aprendidas com

Nós deparamos com uma nova tendência de liderança que certamente será o modelo mais utilizado nas próximas décadas, a liderança servidora ou situacional. Esse modelo vem ganhando força a cada dia nas organizações e na vida de executivos de alta direção das mais variadas empresas.

O maior propósito dessa liderança é ajudar a sua equipe a se desenvolver, é estar mais preocupado em servir os seus liderados, do que apenas dar ordens. É aquele que percebe que o seu sucesso depende diretamente de sua equipe.

Pensando e agindo assim, recebe mais retornos que os outros tipos de liderança. Trata-se de um líder espiritualizado, que serve em vez de ser servido e acima de tudo é ético.

Esse conceito refere-se ao propósito de contribuir com as pessoas de sua equipe a se desenvolverem junto à empresa e pessoalmente. É colocar seus liderados como item principal de suas preocupações.

Nesse sentido busca o bem estar pessoal e profissional de cada membro, agindo contrariamente aos modelos em que o líder está para ser servido e dar ordens. Nessa nova realidade, o líder torna-se mais um membro da equipe e deixa de lado aquele antigo conceito de que líder está no topo e apenas observa os outros trabalharem.

Quando se busca agregar valor nas pessoas, elas por retribuição tornam-se parceiros, e é esse o grande trunfo do líder servidor, é fazer com que todos os membros da equipe percebam que ambas as partes, líder e liderados, são peças do mesmo quebra-cabeça e que juntos se complementam. É fazer uso do “amor”. Amor? O que o amor tem a ver com isto?

É o que veremos na última parte deste post.

Enquanto isto, você sabe responder "O que o amor tem a ver com isto? Divida com a gente.

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